sábado, 23 de agosto de 2008

[ "Anti" - Campanha Eleitoral ] Mais cartas contra os pró regime militar.

Em relação a carta assustadora da última quinta-feira (leia aqui) sairam mais três cartas de respostas:

  • "Regime militar


  • A polêmica em torno do regime militar mostra o quanto é importante o aprofundamento dos estudos históricos sobre o assunto. Ora, não existe "se" em história. Logo, é impossível se saber o que seria do Brasil se um grupo de militares não tivesse deposto o presidente João Goulart em 1964. Além disso, identificar os responsáveis pelas violências cometidas na ditadura não é revanchismo, mas um direito que qualquer povo tem de conhecer o passado e de pensar o presente à sua luz. No filme "V de Vingança", um dos personagens é reprimido por uma curiosidade inconveniente sobre um passado não muito distante, pois este comprometia o poder vigente. Será que esse desconforto sobre o regime militar é a vida imitando a arte?
    Wilson de Oliveira Neto
    Joinville (fonte aqui)

    Intervenção militar

    Em resposta à carta de José do Nascimento (21/8, página 10), afirmo que minha posição quanto à intervenção militar não é de ressentimento, mas de repúdio a um regime que assolou o País. Rejeição porque, além de todos os crimes contra os direitos humanos, os militares venderam o Brasil ao capital estrangeiro. Antes de 1964, o governo de João Goulart implantou uma série de políticas nacionais e, por algum momento, a exploração da terra e dos meios de produção brasileiro, usurpados desde 1500, estavam trazendo benefícios sociais. Os militares, financiados pelas grandes companhias americanas, se encarregaram de "cortar este mal pela raiz". Nessa história, infelizmente, ou você está do lado de quem atira ou de quem é baleado, posição fácil de encontrar para os que hoje agradecem "nossa democracia" à intervenção militar!
    Bruno Bello
    Joinville ( fonte aqui )"

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