domingo, 9 de novembro de 2008

A manhã de domingo.

Ontem ouvi a fala do companheiro Willi, que vive em Curitiba-PR e milita na Federação Anarquista do Rio de Janeiro e participa do Grupo de Estudos Anarquistas de Curitiba. Entre as falas sobre o anarquismo como uma perspectiva de luta, não reivindicando a frente dos movimentos sociais, mas o contrário lutando lado a lado com os-as companheiros-as explorados-as pelo Capitalismo e pelo Estado e a necessidade de uma organização política anarquista. Ouvi que a cada noite morremos um pouco.


A manhã de domingo


Na manhã de hoje veio à lembrança da simples e tão recorrente fala que é a cada final do dia morremos um pouco.

Morremos uma parcela do nosso físico derrotado por um dia exaustivo de trabalho, mesmo executado com prazer e amor, as horas e mais horas de estudos para responder as obrigações do modelo educacional do Estado. Também por conta das nossas escolhas.

Um pouco de cada um de nós se vai.

Morremos.

Entre a morte diária precisamos inverter a lógica do morrer para o viver mais a cada fim do dia.

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