quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

Um trecho...

Nessa manhã de quarta-feira amanheceu com os jornais da cidade trazendo mais notas e matérias sobre o aumento na trafira do transporte coletivo. Abaixo reproduzo fragmento do artigo escrito pela advogada Cynthia, do Centro de Direitos Humanos de Joinville.

"Inclusive agora, acompanhando o assunto nos jornais, percebi um determinado preconceito no que diz respeito ao direito de organização popular, como se fosse pecado falar em controle social a incidir sobre os pleitos de majoração de tarifa por parte de concessionária de serviço público ou na luta pelo passe livre para estudantes.

Onde reside o pecado? Por que não acompanhar de perto a iniciativa estudantil que articulou na última semana a Frente Única contra o Aumento da Tarifa, inclusive com o apoio do Centro dos Direitos Humanos de Joinville, e que promete organizar a resistência e barrar o aumento. Para mim, parece tão ruim que um jovem, que trabalha e estuda, seja alijado do direito de acesso à educação, quanto reconhecer como ilegítimas as organizações populares e deixarmos de abrir espaço para que as contradições sejam expostas no debate.

A oportunidade está dada e será a primeira prova de fogo do governo de Carlito Merss. Por certo, a população espera que este governo inove na metodologia de análise das razões da Gidion e Transtusa e que esteja atento a todas as manifestações, pois, é bom lembrar, Carlito é autor de ação popular que discute a legitimidade desta concessão, que ainda tramita nos infindáveis meandros do Judiciário catarinense."


Fonte clique aqui.

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