domingo, 13 de setembro de 2009

Sem paciência

Os meus últimos dias estão ocorrendo sem paciência. Há semanas ao lado do computador tem um livro sobre o Teatro Oficina e não tenho paciência para retirar, sem paciência para recolher do chão as quatro canetas subtraídas de diferentes pessoas e, inclusive, sem paciência para atualizar o blogue.



Nos longos minutos de olhos voltados para a tela tem me deixado intrigado já que poderia comentar o lançamento do livro do historiador, músico e blogueiro Marx, poderia comentar da montagem da peça “Marco” e até mesmo dos pensamentos doentios promovidos nas minhas horas como mediador numa galeria de arte contemporânea.



Mas, somente registro a regra básica para lidar com uma pessoa sem paciência: manter uma paciência universal. Caso você queira saber por onde li a regra para lidar com as pessoas sem paciência, volto afirmar: não tenho paciência. Nem para mentir e esconder que sou autor da regra, porra.



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Eu, verão de 1985-86 ou 86-87, nas últimas férias que passei com meu querido pai. Aliás, a única herança que ele deixou foi essa foto, de autoria dele, inclusive o meu olho roxo foi papai que fez.


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p.s 01


A presente postagem não é um recado para as pessoas que amo ou odeio, é somente um aviso que não tenho paciência para postar nada por aqui.


p.s 02


A foto não sou eu, também nem tenho pai, sou um autêntico filho do espírito santo. hahaha

3 comentários:

Marxperience disse...

Opa, opa, opa... agradeço a lembrança!

E jogo no mesmo time que vocês: filhos do Espírito Santo. Ou, em uma narrativa distintas, porém com as mesmas raízes, FILHOS DO BOTO (baseado naquele filme em que o Carlos Alberto Riccelli traçava a mulherada e voltava pro rio).

Cibele disse...

será que tu vai morrer qdo fizer 33?

Anônimo disse...

cibel, será ?

caso seja sim, somente posso pensar: "que merda"

maikon k