sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Seis anos...

Não é a primeira vez que publico o vídeo da ocupação do prédio da reitoria da UNIVILLE. Mas, vale a pena lembrar que hoje faz seis anos.





quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Urgente: Solidariedade com a FAG

"Solidariedade com a Federação Anarquista Gaúcha - FAG


Neste exato momento - 5a, 29 de outubro de 2009, a partir das 16 horas - a Polícia Civil do RS sob o comando da governadora Yeda Crusius promove diligência na sede da Federação Anarquista Gaúcha (FAG). O mandado de segurança do governo busca apreender material de propaganda política contra o governo acusado de corrupção. Os cartazes abordam o empréstimo junto ao Banco Mundial e o assassinato do sem-terra Eltom Brum. Este ato é pura provocação do Executivo gaúcho, atravessado por atos de corrupção e situações até hoje sem explicação, como a morte de Marcelo Cavalcante em fevereiro desse ano. Conclamamos as forças vivas da esquerda gaúcha para reagirmos de forma unificada contra mais esse desmando.


Solidariamente, Federação Anarquista Gaúcha

www.vermelhoenegro.org/fag



SOLIDARIEDADE COM A FAG! POLÍCIA CIVIL DO RS COM MANDADO DE BUSCA E APREENSÃO INVADE NOSSA SEDE EM PORTO ALEGRE!!!"

terça-feira, 27 de outubro de 2009

O céu azul só pra eles

Dário Berger (do PMDB), Raimundo Colombo (do DEM), Luis Henrique da Silveira (do PMDB) e o Leonel Pavan (do PSDB) são os reais chefes da trilogia do mal. Duas propostas deles é a manutenção da sacanocracia e que o céu azul seja para as pessoas ricas, nada de céu azul para os fodidos. Ou seja, você foi descartada-o de curtir um céu azul.


Fonte clique aqui



segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Os comediantes de quinta da habitação (ou: A polícia para fazer a política habitacional)

Na coluna AN PORTAL, do Jefferson Saavedra, durante por seis dias (20 a 25 de outubro de 2009) saiu uma estranha nota da Secretária de Habitação de Joinville e toda a conseqüência da história. Aqui, hoje, vou me prender a primeira nota. Aliás, os protagonistas da nota são péssimos comediantes.




As informações da Nota é que está sendo organizada uma “Invasão com mais de 500 famílias”, onde sete pessoas são de Joinville e uma é de fora, mesmo com os supostos organizadores serem a maioria da cidade, o grande líder e mentor é de fora. Quem sabe estejamos prestes a conhecer um novo Mao Zedong, um novo Lênin ou quem sabe um novo Guevara. Mas ao se portar como dirigente das “massas” não deixa de ser um comediante de quinta.




O secretário da habitação, Alsione Gomes de Oliveira Filho, filiado ao PDT, informou que a Polícia Rodoviária Federal e a Polícia Civil estão por dentro de toda a investigação, inclusive a Polícia Civil está no apoio a PMJ - Prefeitura Municipal de Joinville - para “evitar a suposta invasão”. Ou seja, os aparelhos repressivos do Estado, a Polícia, mais uma vez são convidados para defender a propriedade privada e manter a “ordem” na cidade do “trabalho”. Pois bem, o governo do dialogo se faz presente com a polícia para quem deseja falar em perspectiva diferenciada no fictício diálogo do Eduardo Dalbosco, secretário do planejamento.




Uma curiosidade é o comediante de quinta, metido a político, José Teixeira Chaves, diretor executivo da Secretária da Habitação de Joinville, onde argumenta a necessidade de evitar a chegada das famílias de fora da cidade para a “suposta invasão”. O Zeca, como é conhecido José Teixeira, durante os Gritos dos-as Excluídos-as 2008 ou 2007 estava fantasiado de trabalhador explorado pela Fundição Tupy. Uma pessoa de fora da fábrica levantando bandeira dos-as trabalhadores-as naquele momento era nada demais. A ironia de hoje é perceber que o Zeca poderia ser “gente de fora” ao apoiar a pauta dos-as trabalhadores-as da Tupy, agora “gente de fora” para ocupar terras ou lotas não é permitido.




Outra curiosidade é a autoria da Nota da Secretária da Habitação, segundo consta é do assessor de imprensa Robson da Cunha. Quem não sabe do histórico do rapaz, não custa informar, pois o mesmo é reconhecido na internet por fazer defesas da homofobia, se posicionar contra qualquer manifestação popular e dos movimentos sociais. O mais intrigante é o fervoroso discurso anti-petismo do Robson da Cunha, agora silenciado por conveniência política.



A última curiosidade é que ao observarmos a história da formação do PT de Joinville, especialmente nos anos oitenta, podemos identificar uma relação muito próxima com as ocupações nas regiões de mangue, onde filiados-as do PT levantaram as mangas e foram lutar com a classe explorada. Pois bem, no presente se faz necessário deixar de lado a história e a questão habitacional deixa de ser um debate em torno do direito político de fazer à cidade. É caso de polícia.




No presente contexto é perceptível a questão habitacional poderá explodir. Não será como obra de “gente de fora” organizando, mas sim como obra das pessoas que realmente precisam de um teto, onde vivem em situações de miséria e sofrimento perpetuados pelo atual modelo de diálogo, habitacional e da democracia representativa. Aí, quem sabe a comédia de quinta deixe de existir , pois quem produzirá a risada serão os-as marginalizados-as e sem teto da cidade de Joinville: ocupando casas, lotes e rindo dos políticos profissionais.

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Marco e Carlito: um ponto em comum

O ex-prefeito Marco Tebaldi – do PSDB – não precisa voltar a qualquer cargo nos aparelhos do Estado para instaurar a perseguição a qualquer um que resolva fazer a história, fazer política no campo dos movimentos sociais, populares e entidades de classe. Ao menos é o que percebo ao ler a Nota da Secretária de Habitação da PMJ.


A Nota em questão deixou claro, mesmo numa administração do Carlito Mers – do PT -, que as perseguições aos movimentos sociais continuarão. Segundo a Nota, quem estiver participando de ocupações de imóveis abandonados “será retirado da lista de espera por uma casa ou lote”. No caso do problema habitacional a perseguição é “política”.


Bem, as lideranças petistas, ao contrário das lideranças tucanas, gostam de se identificar com o passado de luta e compromisso com a justiça social e até mesmo com as bandeiras anti-capitalistas. Então, não estranhará que as bandeiras de lutas dos movimentos sociais, populares e entidades de classe se manterão erguidas enquanto durar a exploração.

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Outubro nas ruas

mais informações no www.mpljoinville.blogspot.com

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

João Antônio: do Bairro de lá ao de cá

De porrada em porrada, acabamos virando colecionadores.” João Antônio

Prefácio de poucos pensamentos (o prefácio deixa no ar que é um trabalho de qualidade e debate danado de bom.)



João Antônio foi um escritor que desconhecia. Meus amigos ditos leitores nunca comentaram dele, ao mesmo tempo não tenho o hábito de ler as revistas dedicadas ao “pensamento brasileiro” para saber de quem se tratava. Acabei trombando com os escritos do João Antônio por conta de uma fotografia de um bar carioca, ao menos a legenda indicava a origem do estabelecimento comercial, acompanhada de um fragmento escrito pelo dito cujo.

A pouca referência era o suficiente para perceber a presença de uma paixão avassaladora as cidades, as praças, os bares, as pessoas e os hábitos. É uma merda não achar a referência, queria mostrar a você como a frase era composta por uma baixa quantidade de palavras, o suficiente para dizer muito.

Os escritos de João Antônio não passaram a ser a minha busca, nem cheguei a procurar nas livrarias de usados. Ficou guardado na minha memória que um dia poderia lê-lo. A velha tradição de quem não procura acha acabou se confirmando, isso foi durante a turnê catarinense “Histórias de Malasartes, um malandro de coração.”. A compra de “Ô Copacabna!” aconteceu num pequeno sebo de Itajaí, o valor pago não foi mais de R$ 3,00. O preço em conta porque a dedicação da loja de usados era voltada as publicações pornográficas. Anote a dica: Quando encontrar uma livraria de usados onde ocorrer uma concentração de material pornográfico entre e vasculhe, pois entre peitos, pintos e bucetas a possibilidade é grande de encontrar um livro interessante por um valor baixíssimo.


Do Bairro de lá ao de cá

Do bairro de lá, Copacabana, na cidade do Rio de Janeiro, encontro particularidades próximas às realidades do bairro de cá, da cidade de cá. Afirmo ao ler “Ô Copacabana!”, onde logo de cara o João Antônia solta a frase “Os homens, lá em cima, mexem os pauzinhos, sapecam leis e nos aplicam os espetos. Ficamos sambados, prejudicados, lesadinhos.” Uma porrada suficiente para arrematar o meu coração libertário.

No primeiro momento você poderá imaginar o livro como libelo esquerdista produzido na década de 1970, ainda mais quando pinço a frase no parágrafo anterior, deixe de lado a bobagem. Ao menos que você deseja reduzir a condição de “subliteratura” por encontrar qualquer fragrância política nas linhas do autor, caso seja assim é melhor fechar as páginas de qualquer livro do Machado, da Clarice ou de qualquer outro. Afinal, vida e arte são cruzadas com a política, sem chance de separação, até mesmo os baluartes da posmodernidade não conseguiram a proeza. Sim, afirmo a impossibilidade da separação.

A escrita de João Antônio é rica por traços populares, do dia a dia. Faz da literatura um palco do vocabulário de um canto da cidade do Rio de Janeiro, o bairro Copacabana, cortando os mais variados sotaques daquelas bandas, do gringo ao nordestino ao sulista, que faz do lugar um ambiente de diferentes vivências para o branco ao negro, do gay gringo ao gay pobre e sofrido, da madame fresca com o cãozinho ao tiozinho solitário, dos meninos de rua as crianças bem tratadas, dos errantes de terno e gravata na praça pública, da ida ao mercado numa noite de excessivo calor, os garotos de cabelos queimados do sol até as garotas de olhos bem abertos aos salva-vidas e tantos outros aspectos. Onde o conflito é sutil ou brusco, onde os espaços privados ou públicos têm utilizações diversas de acordo com o horário, sem existir a necessidade de uma placa indicando nada o que fazer, as regras de convivências são as leis invisíveis, ambiente onde a oficial “sacanocracia” do prefeito, “que ninguém votou nele”, poderá violentar as regras do bairro, mas não conseguirá destruir.

E no bairro, como na nossa cidade, só cantamos as glórias. Do fiasco, ninguém fala.” É uma frase categórica para dizer que a cidade como um todo, não deve ser tratado como um ar romanceado, distraída das suas realidades contraditórias, em determinados aspectos é preciso dar uma porrada na cara e na seqüência – ou até semanas depois – levar uma bordoada sem tamanho, sem deixar a clareza que o papel de dar o tapa é nosso, das pessoas.

Nos caminhos do Bairro nos portamos como um torcedor, que segundo João Antônio “Ao torcedor, parece não interessar, no fundo, ganhar ou perder. O que conta é o sofrimento. Não se trata de um homem a serviço de um sonho, ideal ou missão. É um homem a serviço da paixão. Um prisioneiro.” Enquanto, é preciso buscar uma ponte entre a paixão e os sonhos, onde nossos pés estejam cravados em nossos lugares de vida.

Ao concluir a leitura do livro pairam nas minhas divagações como é complicadíssimo articular paixão as linhas acadêmicas para discutir criticamente a nossa realidade, pois para a ciência acadêmica tem a necessidade desapaixonar o que é mais caro a mim. João Antônio ao problematizar-polemizar o tema do Bairro e da cidade vai à contramão de todo academicismo, nos oferece de lambuja a literatura como a melhor saída para fazer a discussão, sem respostas certeiras, mas doses necessárias de questionamentos e reflexões sobre o bairro de lá e de cá.

terça-feira, 13 de outubro de 2009

O filme para quarta-feira

Abri o arquivo Microsoft Word e escrevi duas, três ou quatros frases para a postagem de hoje. Deixei de lado, pois não tenho nenhuma paciência de escrever uma nota fazendo piada dos hypes paga paus do cinema francês ou discorrer sobre alguma coisa relacionada ao cinema e a cidade.
Acossado é o filme do Cine-SESC de quarta-feira
Poderia informar e comentar do filme de hoje do Cine-SESC, Down By law do Jim Jamurch. Prefiro não fazer, já que não vou assistir o filme de hoje, somente o de amanhã. Diz aí, faz mais sentido uma postagem de que vou assistir ou não?
"DATA: 14/10/2009 (quarta-feira)
CINE SESC
FILME: ACOSSADO ( 90’ )

Em seu filme Godard desconsiderou as formas convencionais e inovou a arte cinematográfica. Em uma narrativa fragmentada, apresenta Michael Poiccaard (Jean-Paul Belmondo), um típico ladrão parisiense e admirador de Humprey Bogart. Ao Logo da trama eke se envolve a jovem norte-americana Patrícia (Jean Seberg), que o ajudará a escapar da polícia. Um filme de perseguição esperituoso, romântico e inovador, que abriu as portas para a nouvelle-vague . Com roteiro de Fronçois Turffaut, Acossado é uma obra-prima da cinematografia francesa.

LOCAL: Teatro SESC Joinville
HORÁRIO: 20h
CLASSIFICAÇÃO: Adulto
ENTRADA FRANCA
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ps: estou com dificuldade de acessar a rede mundial de informação, por isso as postagens estão sendo curtas, grossas e informativas.



quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Casa de madeira, de alvenaria e a memória

Marcelo Rubens Paiva deve ser o cadeirante mais pop do Brasil. O mesmo Brasil que ainda não tem cidades as pessoas circularem de acordo com suas necessidades. Mas pô, desde quando Marcelo Rubens Paiva passou a freqüentar o meu imaginário?


Anos após anos na casa dos meus avos tinha uma estante ocupada pela bíblia, televisão, livros de faroeste, enciclopédias e os livros da coleção “Círculo do Livro”. A coleção em questão todo mês fornecia diversos livros para as famílias brasileiras, acho que era essa a campanha publicitária, entre as doses mensais de cultura estava um livro com duas taças de champagne destroçada, indicando um “Feliz ano velho” e o nome de Marcelo Rubens Paiva, o escritor.


Antes da Copa de 90 ainda era uma criança e pensei em ler o livro, não o fiz. A capa produzia uma possibilidade de tristeza para o ano novo. Naqueles tempos não queria correr o risco, pois o ano novo era mágico. O dia certo para encher a pança com a torta de queijo da minha avó, a certeza de que meu avô, minha avó e a minha mãe estariam até tarde de noite de pé esperando os fogos explodirem no céu do Bairro Floresta.


Quatro Copas do mundo aconteceram. A estante se foi, a casa da minha foi destruída e uma nova feita, agora de alvenaria. No meio disso o livro do Marcelo Rubens Paiva se perdeu, o mesmo aconteceu com os hábitos dos meus avos ficarem até tarde da noite acordados para olharem as explosoções no céu do Bairro, da minha avó de fazer uma torta de queijo. Nas últimas passagens de um ano para um novo ano a magia não se faz presente. Tudo virou memória da minha infância.


Há tempos conversei com uma leitora do “Feliz Ano Velho”, ai fiquei sabendo que o enredo se tratava - também - da ausência paterna. Em dias como o de hoje, onde parte da minha cultura material está destruída, restando fragmentos de memórias, a leitura do livro de Marcelo Rubens Paiva poderia despertar uma paz as minhas memórias da ausência paterna.

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Jodorowki


A postagem de hoje é um informe da Mostra de Cinema Jodorowki, na verdade é uma reprodução da mensagem que o SESC-Joinville está divulgando.



"MOSTRA DE CINEMA JODOROWSKI
com 4 filmes e palestra de Cristiano Moreira


Jodorowski iniciou a carreira no cinema incompreendido pelo público. Era 1968, exibição de Fando e Lis no Festival de Acapulco no México. O diretor teve de sair do teatro pela porta dos fundos. Já o segundo longa-metragem, lançado timidametne numa madrugada de 1970, nos EUA, ganhou enorme repercussão, devido à admiração expressa de John Lennon e Yoko Ono, que assistiram incidentalmente a película. El Topo obteve assim bilheteria expressiva e ficou marcado como o primeiro filme “midnight movie”, mudando para sempre a estratégia de promoção dos filmes underground. Cineasta, dramaturgo, literato, ensaísta, tarólogo e especialista em psicomagia, Jodorowski é fundador do Teatro Pânico, com os surrealistas espanhóis Arrabal e Topor. É também reconhecidos como grande autor de histórias em quadrinhos, e considerado um dos precursores da arte multimídia. Ícone da arte contemporânea, é um artista típico da contracultura européia dos anos 60/70. No entando, devido a anos de litígio entre o cinesata e o seu produtor, a até pouco tempo o público não tinha acesso a sua obra, a não ser por exibições clandestinas ocasionais.
Em 2006 os filmes Fando e Lis e El Topo foram exibidos em Cannes, após restaurações. No Brasil, a cinemateca do Museu de arte Moderna do Rio de Janeiro fez raras exibições. Mas em 2007, quando o Centro Cultural Banco do Brasil realizou um festival em sua homenagem, apresentando seus sete filmes, mais pessoas puderam conhecê-lo.

A Mostra Jodorowsky promovida pelo SESC Nacional exibe seus quatro primeiros trabalhos: o curta-metragem Le Cravate(1957), e os longas-metragens Fando e Lis(1968), El Topo(1970) e A Montanha Sagrada(1973), circulando por 22 estados através do CINE SESC


EM JOINVILLE:

DATA: 06/10/2009 (terça-feira)
Horário: 19h30
Palestra com Cristiano Moreira sobre a estética de Jodorowski
Filme: Le Cravate
Local: Teatro do SESC (Rua Itaiópolis, 470)
ENTRADA FRANCA


DATA: 07/10/2009 (quarta-feira)
Horário: 19h30
Filme: Fando e Lis
Local: Teatro do SESC (Rua Itaiópolis, 470)
ENTRADA FRANCA


Data: 08/10/2009 (quinta-feira)
Horário: 19h30
Filme: El Topo
Local: Teatro do SESC (Rua Itaiópolis, 470)
ENTRADA FRANCA


Data: 09/10/2009 (sexta-feira)
Horário: 19h30
Filme: A Montanha Sagrada
Local: Teatro do SESC (Rua Itaiópolis, 470)
ENTRADA FRANCA
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domingo, 4 de outubro de 2009

Dois perdidos numa noite suja

A CIA Rústico Teatral, onde presto serviços como contra-regra, ao lado da La Trama estará em cartaz com a peça Dois perdidos numa noite suja, texto do Plínio Marcos.

sábado, 3 de outubro de 2009

Aniversário do Blogue

O mês de outubro de 2009 marca dois anos de existência do Vivo na cidade. Por razão comemorativa publico fotografias referentes aos últimos dois anos. Você poderá perceber como estou mais gordo, podre, sujo e babaca.



A primeiro fotografia :

Numa folga no Teatro do SESC de Chapecó. Maio de 2009.



A outra iniciativa das comemorações do Vivo na cidade será a postagem de uma breve nota musical. Lá venha uma banda ou músico que tenho ouvido a exaustão nos últimos dois anos.



Burning Love, ao vivo em Quebec City. A banda é grosseira, um tapa nos violentos planejadores urbanos da cidade.

Baixe a demo aqui.


A outra ação comemorativa é para manter a minha imagem de arrogante. Uma citação de algum livro devorado nesses últimos vinte e quatro meses.



"De tantas atitudes carrancudas, tirei razões de glória."

- Jean Genet no "Diário de um ladrão"

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Quatro blogues,

Os blogues da cidade deram uma estacionada no que remete qualidade. Aí, fico mais encantando com blogues de outros lugares. Entre as minhas leituras blogueiras estão:




Meio Concentrado: o blogueiro é o Marx. O tema é a história do continente americano do hemisfério norte e sul, resenhas de livros e discussões que 100% dos-as estudantes de história da UNIVILLE estão por fora, mas pode ficar tranqüilo, pois em contatos com estudantes de história das outras instituições existe uma porcentagem semelhante aos debates e referências bibliográficas publicadas no Meio Concentrado.




O blog do Guaciara: Até duas semanas atrás havia visitado e não tinha feito um pente fino. Putaque pariu isso que é blogue. Comentários sobre diversas expressões artísticas, culturais e políticas. O melhor é o enfoque pessoal dos temas abordados, como tem de ser um blogue.




L-dopa: Blogue oficial da L – Dopa Publicações. A responsabilidade das atualizações e das escrituras blogueiras está a cargo do Nils, escritor, tradutor e editor. Postagens breves, trazendo informações de como anda os futuros lançamentos da editora, notas de leituras e filmes. O defeito é um baixo número de atualizações, eu sou chato, gosto de postagens diárias. Quem sabe a baixa atualização seja fruto de que Nils (e Klaus, outro membro da editora) esteja envolvido em outros projetos: material de pegar na mão e sentir o papel. Por isso, vou largar mão da chatice.




Jornalismo B: Em Joinville não existe um único blogue e portal vitural de jornalismo local com uma visão independente, crítica e de profundidade. O Jornalismo B é uma interessante referência.