quarta-feira, 22 de julho de 2009

"Malditos Ianques!!!"

A “esquerdalha” é fragmentada. Do discípulo do Stalin ou devoto do Trotsky passando pelo socialista ou comunista autoritário e inclusive os anarquistas. Os pontos de unidades são dispersos e quando conectados logo são rompidos.


O ponto de unidade entre toda a “esquerdalha” é discreto, ao menos pouco comentado, somente em caso explícitos daquelas campanhas datadas como “Fora imperialismo ianque!”. A ignorância total frente à História dos Estados Unidos da América, ainda mais quando se tratam das experiências históricas de relevância as pessoas ao invés do dinheiro.


Lembramos de Noan Chomsky mas não citamos Howard Zinn. Bob Dylan é a referência em música de protesto, mas nada é citado sobre Jello Biafra ou até mesmo Joan Baez. Temos em mente Ginsberg, enquanto Steinbeck, Hemingway que lutaram na Guerra Civil Espanhola são esquecidos. E os Wooblies, o Chefe Seattle e tantas outras referências, onde a minha memória somente privilegiou os mais conhecidos?


O desabafo ficou martelando agorinha mesmo, enquanto pensava na quantidade de pessoas dos EUA foram lutar contra o fascismo do Generalíssimo Franco na Guerra Civil Espanhola (1936-39), que o mês de Julho marca setenta e três do seu começo. Inclusive, momento marcante de exemplo da fragmentação da “esquerdalha”.


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