sábado, 15 de agosto de 2009

Robson Cunha, o perfil do conservador

Robson Cunha é uma figura desconhecida do grande número da população joinvilense, somente aqueles que estão nos círculos virtuais como o orkut, o twitter, os blogues, you tube e afins sabe quem é o representante da juventude da politicagem canalha da cidade.

Robson Cunha, à esquerda com sua cara "Eu quero lasanha."



Robson Cunha é um jovem, nem tão jovem assim, que sonha em fazer política de boca cheia, aquela política que já estamos acostumados, ou seja, institucionalizada e apoiada nos velhos padrões conservadores e moralistas. Mesmo que isso seja sustentado no contra-senso de participar da “Juventude Socialista” do PDT de Joinville, onde passo sustentar a “Juventude (supostamente) Socialista”.



Robson Cunha é um ferrenho defensor da moral e dos bons costumes. É daqueles que condena a homossexualidade e as políticas públicas para as minorias; é daqueles que condena os movimentos sociais que fazem das ruas um espaço do fazer política; é daqueles dizem fazer política de habitação e a cada dia ferra com a população do Juquiá; é daqueles que descia a lenha no PT e agora é parte da Prefeitura Municipal de Joinville.



Robson Cunha é o tipinho desprezível, onde qualquer um quer seja anarquista, socialista, liberal - com um mínimo de consciência -, lutadores dos direitos humanos e assim vai, deve propagar uma anti-campanha, afinal, a ordem das coisas como estão não precisa de mais voz.


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Conheça as nefastas posições de Robson Cunha aqui, aqui, aqui e aqui.

Nova investida

O blogueiro Neander, o blogueiro Filipe e eu estamos numa jornada blogueira.



O título do projeto será “Chatos a três”, um espaço onde vamos dar pitacos sobre assuntos que não temos propriedade alguma.



A primeira postagem já está disponível, onde acontece uma breve apresentação de cada um. O filme “Nome próprio” será a nossa primeira investida de pitaqueiros, onde utilizaremos todos os nossos suados conhecimentos produzidos em longas discussões nos tempos da faculdade: discussões nos bares, nos corredores, nas dependências do DCE, do CALHEV, nas estradas do sul do Brasil e assim vai.

A cidade de Joinville está em estado de emergência. Projetos da Fundação Cultural de Joinville estão cancelados, enquanto os eventos privados estão acontecendo com os promotores assumindo as responsabilidades. Coisa doida tudo isso.