segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Ignorância e profissão

A ignorância aliada à profissão é um perigo e tanto, ao menos é o que penso quando a profissão como história ou jornalismo, profissões que no cotidiano exercem um papel, em pequena, média ou grande escala, nas formações dos pensamentos das pessoas.



No final de semana temos como exemplos às matérias sobre os 40 anos do Woodstock, onde sobreviventes do evento comentam da experiência, da “magia” e todo aquele papinho hippie de quinta categoria, onde tudo é reduzido ao consumo de música e um visual muito adequado aos corredores dos cursos de humanas.



Enquanto nas matérias as abordagens e os temas tratados poderiam variar, falar sobre os poetas, o cenário literário que circularam naqueles anos de 1960; os literários, os grupos políticos radicais, onde envolviam cultura marginal e política social radical, o consumo elevadíssimos de drogas, a questão de gênero muito além dos incêndios dos seguradores das peitolas.



Os variados temas estavam – e ainda estão por aí – bastaria uma pesquisa e boa vontade para continuar no comum, basta quem diz que pensar, resolver pensar e pesquisar um pouco mais.

Mais ódio

Eu queria fazer uma postagem com palavras de amor, já que as últimas foram de um ódio sem tamanho. Poderia escrever sobre o fim da noite de domingo e as minhas qualidades na mesa de sinuca num bar do Bairro Floresta, mas somente fica martelando o texto que preciso decorar, onde o começo é assim: “Vil matilha de cães! Cujo mau hálito odeio como o pântano empestado, se cuja simpatia estimo tanto quanto o cadáver insepulto e podre que deixa o ar corrompido e irrespirável.


Então, Boa semana.