quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Prates, um fascista servido no almoço



Luiz Carlos Prates, um sujeito estúpido, reacionário e preconceituoso. Nada do que sai da boca dele é possível de uma risada, só um riso curto e amargo. A ele destilo um ódio a todo seu discurso fascista servido no horário do almoço.


Eu não tenho o que dizer, por isso indico as considerações do Jornalismo B, clique aqui

Um passo e outros passos


A justiça brasileira é política, é o que vejo no caso do Cesare Battisti, o assalto a FAG e os inúmeros casos de prisões por conta do consumo de maconha e pequenos furtos. No caso de pequenos furtos e consumo de maconha somente um juiz, em Joinville, olha com o cuidado social e busca analisar o contexto, pois a lei aplicada sem avaliar o contexto é da politicagem mais canalha e mantedora das desigualdades, tanto econômica como de gênero. Pelo visto, outros  juízes estão avaliando de acordo com o contexto.



Ontem e hoje no jornal de papel “A notícia” e o jornal televisivo do “Meio Dia da RIC-Record” noticiaram o primeiro caso de adoção de uma menina por um casal de mulheres, ou seja, os direitos das lésbicas estão, paulatinamente, sendo reconhecidos, ao menos no que remete a leia. É um passo ao respeito a diversidade sexual.



Agora, é preciso transformar a nossa cultura machista e homofônica. Nesses casos culturais a dificuldade é maior, pois não é uma lei que faz a mudança, longe disso. É preciso a batalha em todos os espaços e lugares, felizmente pessoas estão se organizando com tais bandeiras, como no GEPAF e Associação Arco-Íris, que fazem outros passos rumo ao respeito a diversidade sexual.

Leitura repetida


Nos últimos tempos tenho escrito, mas nada adequado para publicar no Vivo na cidade. Nos últimos tempos não tenho visitado outras páginas virtuais para indicar por aqui. Nos últimos tempos tenho lido, mas também nada novo, voltei  a ler o que já tinha devorado, entre os tais livros está “Dias e noites de amor e de guerra” do Eduardo Galeano, li em 2001, mas por conta do comentário do Nils resolvi ler mais uma vez.


Um fragmento me pegou em cheio, ao menos é como tem sido as últimas noites:


"Afundo as mãos nos bolsos. Estico as pernas. A sonolência me dá estremecimento de prazer e de fadiga. Sinto a noite  metida na cidade. É tarde. Estou sozinho."

Eduardo Galeano


Nossa, como a palavra "última" esteve presente nessa postagem. Não foi de caso pensando, ficará assim.