sexta-feira, 12 de março de 2010

Dossiê: Transporte coletivo de Joinville


O jornal Gazeta de Joinville está publicando um dossiê sobre o transporte coletivo de Joinville. O objetivo é bater na gestão da Prefeitura Municipal de Joinville. Felizmente o jornalista Jacson Almeida tem conseguido ir um pouco além o objetivo do jornal:  

O império Gidion e Transtusa; serviço público sem licitação

Transporte público ou privado; os protagonistas dessa luta

Empresas de ônibus prometem reprimir ação de manifestantes

 

As empresas, a Prefeitura, os vereadores, o Centro de Direitos Humanos e o Movimento Passe Livre estão nas três primeiras etapas do dossiê, sairá outras duas matérias. Eu concedi uma rápida entrevista ao jornalista Jacson Almeira, onde relatei das experiências ligadas à repressão nas lutas contra o aumento da tarifa, você poderá verificar aqui. Agora,é esperar a continuidade da cobertura.

 

2 comentários:

Wesley disse...

ow,

Mudando de assunto.
Sei que vc tem contato com muitos atores ae de Joinville.
Se você achar interessante poderia transmitir essa notícia a eles?

http://www.conspira.com.br/imprensa/?p=366

Vlw!

Ignácio disse...

Maikon,

Sou professor da rede estadual de ensino e todos os dias tenho que utilizar o sistema de transporte público de Joinville (os ônibus). A linha Tupy-Norte, a qual utilizo, está com hiper-ultra-mega-lotação em vários horários (não há mais horário de pico). Na frente do ônibus está informada uma lotação x para passageiros em pé e sentados. Este número vem sendo extrapolado cotidianamente e em vários horários. Se existe uma normatização para a alotação e ela é ultrapassada, concluo que a segurança dos veículos e da população está sendo posta em risco. O aviso de que não se pode estacionar nos degraus foi retirado, porque não para nos degraus deixou de ser uma condição de escolha - ou fica nos degraus ou não entra nos ônibus e consequentemente, muitas vezes, chega-se atrasado ao trabalho. Ano passado, Em Curitiba, uma pessoa que estava encostada na porta de um ônibus hiperlotado, caiu e morreu quando a porta, não aguentando a pressão, se abriu. Isso pode acontecer em Joinville também. Além disso, a superlotação, favorece a disseminação de doenças infecto-contagiosas, como Meningite e Gripe A. Liguei dia desses no 0800 47 5001 para reclamar e me deram a resposta dizendo que iam aumentar o número de carros, mas isso não aconteceu. Enquanto isso, pessoas estão sendo obrigadas a esperar nos pontos, pois os ônibus desta linha (e provavelmente outras também), não estão parando nos pontos, por causa da famigerada hiperlotação. tudo isso ao preço exorbitante da tarifa de 2,30 ou até 2,70. Muitos ônibus têm quebrado ultimamente por conta disso e os que não quebram totalmente vem se "arrastando". Eu teria muito mais a descrever, mas por hora é isso. A sensação é de indignação e impotência, já que a maioria da população permancece muda quanto a esse sério problema.

Abraço!

Ignácio.