quinta-feira, 4 de março de 2010

Ódio (noturno) ao Allen

Allen e sua palma da mão


Quando adolescente fiquei feliz por encontrar um livro do  Allen Ginsberg.  Todos os dias devorava o livro, era meio um ato gastronômico. No final das contas acabei deixando  a edição no prato de uma ex-namorada, quem sabe ela tenha se alimentado. Na época, o poema “América” causou um impacto. Só que hoje, o trecho “América dois dólares vinte e sete centavos...” não faz muito sentindo. Quem sabe, na minha adolescência ter isso na carteira era poético, hoje é desemprego.


imagem roubada aqui.

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