quinta-feira, 1 de abril de 2010

Esnobar por aí

Em 1991 o prefeito da cidade era Luiz Gomes, a moeda corrente era o cruzeiro e a figura do cobrador estava no zarcão.  Dezenove anos depois, o prefeito mudou, a moeda é o real e no zarcão não tem o cobrador. Uma coisinha continua igual: Os empresários solicitam um aumento e o prefeito vai assinar rapidamente. E hoje, será que o pessoal do carro vai deixá-lo na garagem para esnobar por aí ?



Informações da ilustração: Carlos Horn - Publicado no jornal A notícia, sete de julho de 1991

A falência da família Bogo

 “O serviço não pode ser corrigido pela inflação. Existe uma lei que nos garante o aumento pelos insumos. No ano passado, a inflação chegava ao valor de R$ 2,27, daí falaram que nos deram três centavos para ajudar na gratuidade dos idosos. Isso não acontece. Na verdade, estamos recebendo seis centavos a menos”.                            Moacir Bogo, no jornal de hoje.

O casal  Moacir e Anair Bogo (na foto ao lado) estão quebrados. A falência bateu na porta do casal, é de partir o coração. Eu não posso pensar a família Bogo ausente de todas as festas da elite joinvilense, todas as suas roupas sendo comercializadas no brechó do Tio Atala, sua biblioteca de literatura italiana comercializada a preço de banana na Banca Colin e , o pior, todos seus móveis sendo vendidos no antiquário do Gaúcho, na Rua Dona Francisca.  Gente, precisamos mobilizar a AJOS numa campanha assistencial a família que tanto fez por Joinville. Afinal, vai que usuários e as usuárias vão as ruas protestarem e esse governinho do PT engula a pressão popular. O que dos donos da cidade?